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Publicado em 05/08/2016 - 09:25

Idosa entra em coma após ser achada ferida na BR 364

Família suspeita que Maria Santos, de 70 anos, tenha sido atropelada.
Mulher foi encontrada na quarta-feira (3) e vítima está na UTI.

Maria Altenir da Silva Santos, 70 anos (Foto: Vanusa Santos/ Arquivo Pessoal)

Dona Maria foi encontrada desacordada na BR 364, em Feijó (Foto: Vanusa Santos/ Arquivo Pessoal)

A família da dona de casa Maria Altenir da Silva Santos, de 70 anos, se assustou ao encontrar a senhora caída, desacordada e com sangue espalhado no km 74 da BR-364, em frente à casa dela na estrada de Feijó.

Segundo uma das filhas, ela entrou em coma após ser encontrada nesta quarta-feira (3), por volta das 8h30, as suspeitas são de atropelamento ou um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Maria estava saindo de casa para visitar a filha. “Um rapaz veio gritando no portão dizendo que tinha uma senhora caída no meio da estrada e quando minha irmã chegou lá, ela já estava no chão”, conta Vanusa da Silva Santos, uma das filhas da vítima.

Os filhos de Maria Santos fretaram um carro para levá-la até a cidade de Sena Madureira, onde ela recebeu os primeiro atendimentos e os médicos informaram que ela estava em coma. Foi levada para Rio Branco e deu entrada na UTI do hospital por volta das 15h.

Vanusa conta que a mãe saiu de casa puxando um cavalo e ninguém sabe se ela chegou a montar no aminal ou não. Ela suspeita que Maria tenha sido atropelada. “Acharam que o cavalo derrubou ela e o médico também falou a hipótese de ela ter tido um AVC e ter caído do cavalo. Mas, ela não montava em cavalo e tinha muito sangue espalhado, por quase 15 metros de distância na pista. Por isso eu acredito que alguém atropelou e não prestou socorro”, conta a filha.

No hospital, foi identificado um machucado no quadril e um corte pequeno, mas profundo, na nuca da vítima. Para Vanusa, o ferimento no quadril é mais uma prova do atropelamento. “Algum carro bateu, arremessou ela longe e ela bateu a cabeça”, afirma.

Ela explica também que casos de atropelamento sem socorro são comuns na estrada, mas a dúvida é grande para toda a família. “A estrada lá é muito perigosa, já aconteceu vários acidentes, as pessoas fogem e não prestam socorro. É uma estrada longe, não tem polícia perto. Estamos tão transtornados que não avisamos a polícia nem nada”, lamenta a filha.

G1 Acre


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